Na rodovia Transbrasiliana, passagens serão duplicadas

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Segundo a responsável pela rodovia Transbrasilianapassagens entre caminhões e carros devem acabar com as constantes colisões, em apresentar trajetos de mão única e muitos buracos. Segundo o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, as obras já começam a fazer diferença e devem ser finalizadas até o fim do primeiro semestre de 2013. O consenso entre as melhorias nesta rota reflete na falta de planejamento conjunto aos poderes estaduais, sendo oficialmente, iniciada em Marabá (PA) e finalizada em Aceguá (RS), cortando o Brasil de Norte ao Sul literalmente e passando sobre Tocantins, Goiás, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, na sequência.

As empresas dos coletivos de viagens interestaduais estão diretamente felizes desta iniciativa, acreditando diminuírem os graves acontecimentos dos viajantes, tendo fatos já vivenciados de diversas transportadoras de passageiros, onde algumas até deixaram de fazer o percurso nesta via e preferindo transitar às outras, mesmo ocorrendo o aumento de distâncias e, assim, a duração dos itinerários por mais de 2 horas de diferença. Em ser uma estrada que não está seguindo a orla brasileira e sim fazendo trajetória 100% interiorana, a modelagem desta deve ser refeita, onde curvas praticamente são desnecessárias e onde expressos adorariam continuar a ganhar a confiança de usuários, acuados em se deslocar. Nas regiões de Lins (SP) e Olímpia (SP), é possível visualizar as boas mudanças e os relatos da viação Andorinha, a qual segue viagem até Barretos, no estado paulista.

Na ligação do Sudeste ao Centro-Oeste, a viação Real Expresso opera inclusive nesses lados também, mas disponibilizando melhores tempos agora para seguir caminho até Brasília (DF), passando em Goiânia e Anápolis, terras goianas. O recapeamento do asfalto tem influenciado nos melhores resultados, conforme a Polícia Rodoviária e as companhias de transporte estando bem positivas, pela adequação de muitas cargas se transferindo ao setor ferroviário, retirando muitos motoristas de caminhões. Estes são os maiores responsáveis pelas barbaridades testemunhadas e ultimamente acompanhadas pelas mídias, nas denúncias de estarem alterados ao volante e no intuito de dirigirem superiores à 10 horas, sem parar. Após muitas reportagens, as obras nos trechos paranaenses de fechamento dos buracos nas pistas de Imbituva, Paulo Frontin, Irati, Rebouças e Rio Azul, ajudaram assim a passagem das auto frotas, se conferindo no mês de junho, antes obrigadas a desviar seus acessos devido a processos pela falta de iniciativa e indefinição do início das obras.