Funcionários de empresa de ônibus em são paulo terão banheiros

 Banheiros para funcionários empresa de ônibus em SP

Agora quem trabalha em empresa de ônibus em são paulo terá direito a uso de serviços básicos em todos os pontos de acesso final dos veículos públicos instalados no município paulista. Uma nova lei publicada no Diário Oficial de São Paulo obriga todas as companhias de ônibus da capital a oferecerem em todos os pontos com destino finais onde não houver terminais rodoviários uma série de serviços como banheiros, água potável e também acomodações e abrigos para os profissionais terem um local para se protegerem do mal tempo enquanto esperam os itinerários e linhas até chegar o próximo embarque. A medida beneficia motoristas, cobradores, fiscais e todos os funcionários que de alguma forma operam o sistema.

Em vigor, os expressos obrigatoriamente deverão obedecer a lei criada pelo parlamentar “Vavá”. O projeto de lei foi aprovado pela Câmara Municipal de São Paulo e publicado em órgão oficial no dia 4 de junho de 2013. Por hora o uso do espaço para repouso e necessidades básicas não estará disponível para passageiros e usuários que viajarem e desembarcarem nos pontos finais. Segundo a lei do vereador Valdemar Silva, o Vavá dos transportes, em algumas situações, os funcionários e profissionais podem decidir liberar o acesso ao espaço se acharem mais conveniente. As companhias de transporte que operam as linhas rodoviárias de São Paulo são as responsáveis pela aplicação da lei. São elas que devem instalar e presar pela manutenção dos locais.

Empregados de outras modalidades como os mini ônibus, vans e até os ônibus de cooperativas também são incluídos pela exigência da lei. Portanto os últimos pontos de coletivos de viagens de parada para essas categorias também precisam mudar. Com a falta de estrutura fornecida somente nas rodoviárias, hoje a realidade desses pontos de parada final são bem diferentes. A maioria deles não possui banheiro e nem água para saciar a sede de quem para no local. É comum quando os próprios motoristas, cobradores e também os fiscais se abrigam em estacionamentos pagos ou se alongam até chegar a suas casas em casos em que a distância é relativamente próxima ao do ponto de parada.