Acidente da viação Catarinense deixa três mortos no Paraná

Pista ficou interditada por 3 horas.

Pista ficou interditada por 3 horas.

Um motorista e um passageiro da viação Catarinense e um caminheiro que transitava pela BR-277 em Prudentópolis, na região central do Paraná, morreram no dia 18 de março, às 3 horas, depois dos dois veículos se envolverem em um acidente.
Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) o caminhoneiro, que tinha destino programado para Ponta Grossa, perdeu o controle da direção quando um dos pneus furou e com isso chegou a tombar o caminhão na pista contrária. Com a obstrução, o motorista do ônibus não foi capaz de acionar os freios a tempo e acabou se chocando. Os dois motoristas e um passageiro da companhia de ônibus, Catarinense, morreram na hora.

Os passageiros que ficaram feridos foram encaminhados para os hospitais São Vicente e Pronto Atendimento de Guarapuava, para a Santa Casa de Irati, para a Santa Casa de Prudentópolis e Hospital Bom Jesus, em Ponta Grossa.
De acordo com informações de um dos policias, oito deles estão em estado greve no hospital.
Os tripulantes de ônibus realizaram o embarque em Foz do Iguaçu e iriam parar em Curitiba, na capital do Paraná.
Com o acidente, o local ficou completamente parado por pelo menos uma hora. Só às 4h30 é que os policiais conseguiram liberar parte do trecho com um desvio pelo acostamento da pista.

Para um dos passageiros, a equipe de socorro demorou muito para chegar ao local do acidente. Todos os feridos foram atendimentos pelo Corpo de Bombeiros.
Roberto Koch, 42 anos, que estava dentro do ônibus quando tudo aconteceu, reclama do atendimento e satisfação dada pela companhia rodoviária. “Viemos para o posto e nossas malas ficaram dentro do veículo. Até agora não sei se irão trazê-las aqui, ou se disponibilizarão um transporte rodoviário para os feridos retornarem”, desabafa.
Segundo pronunciamento da Viação Catarinense, foram encaminhados dois profissionais para prestar assistência a todas as vítimas do acidente.
O supervisor de tráfego da companhia, Flávio Camerini, disse que irá disponibilizar o transporte para que todos possam voltar à cidade onde moram, independente de não residirem no mesmo Estado. O serviço deve ser providenciado na medida em que os médicos liberarem os passageiros.