Viação 1001 leva passageiros até hotel em Búzios

viagem rodoviáriaCompre suas passagens de ônibus com a viação 1001 e faça check-in, sem pegar um táxi da rodoviária de Búzios até o hotel. Quem desembarca no Rio de Janeiro, através do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão pode contar com os serviços rodoviários de uma das maiores operadoras do Brasil, para chegar até o município de Búzios, na Região dos Lagos. Além de fazer o embarque dos passageiros direto do Galeão, a companhia de ônibus 1001 também viabiliza o transporte dos seus clientes, até o hotel, sem que ele paga mais por isso. O trajeto tem duração de três horas e pode ser reservado na internet, por meio de sites como o Quero Passagem. A passagem de ida custa em média R$ 65 e não há paradas no caminho.

Mudanças nas linhas intermunicipais de Niterói
A Zona Sul de Niterói recebeu mudanças nos pontos finais das linhas intermunicipais operadas pela viação 1001, devido as obras da Via TransOceânica. Em vigor desde o dia 19 de abril, as paradas foram transferidas em cerca de 70 metros à frente, para liberar os trechos que receberão as obras.

Saiba quais as linhas da 1001 foram transferidas para o novo Ponto:

  • 740D – Charitas x Copacabana
  • 750D – Charitas x Gávea
  • 2750D – Charitas x Gávea
  • 760D – Charitas x Galeão
  • 2760D – Charitas x Galeão
  • 775D – Charitas x Gávea (Via Lapa)
  • 1905D – Charitas x Castelo
  • 1910D – Integração Barcas (Charitas x Itaipú)

As linhas Charitas x Copacabana e Charitas x Gávea foram substituídas com ponto saindo da Rua Santo Cristo para a Avenida Cidade de Lima próximo a Rua Mendonça. O novo itinerário das linhas 1905D (Charitas x Castelo – via Ingá) e 2905D (Charitas x Castelo), no sentido Rio de Janeiro, também já está em vigor, incluindo a Avenida Rodrigues Alves, Túnel da Via Expressa, Avenida General Justo, Avenida Marechal Câmara, Avenida Franklin Roosevelt, Avenida Presidente Antônio Carlos e Terminal Menezes Côrtes, sentido Castelo.

JSL Logística pede reintegração de 170 ônibus à viação Kaissara

viacao-itapemerimA viação Kaissara terá de devolver os 170 ônibus rodoviários que foram alugados da JSL Logística. A reintegração de posse foi determinada pela juíza Adriana Bertier Benedito, da 36ª Vara Cível – Foro Central Cível de São Paulo, no dia 18 de maio. Com a decisão na justiça, a JSL Logística espera recuperar os veículos prestados a maior parte a companhia Itapemirim, no ano passado, para operação em linhas interestaduais. A juíza proibiu que a reintegração ocorresse enquanto os ônibus estiverem transportando pessoas. A JSL alegou na ação não receber os alugueis dos ônibus na data prevista, e ainda revelou que a companhia Kaissara estava atrasando impostos estaduais referentes aos veículos, o que poderia ocasionar em restrições para obtenção de linhas de crédito e financiamento de equipamentos voltados ao setor. Poderá haver intervenção policial, caso a reintegração não seja amigável.

Viação Itapemirim está em recuperação judicial

A Justiça do Espírito Santo aceitou o pedido de recuperação judicial da Itapemirim no dia 18 de março. A viação teve 60 dias para apresentar um plano de recuperação, com risco de falir, caso isso não acontecesse. Agora aguarda manifestação dos credores para continuar com a concessão de 50 linhas interestaduais, que ainda lhe restam. O processo foi protocolado dia 7 de março, na 13º Vara Cível Especializada Empresarial de Vitória, e integra as empresas Viação Itapemirim, Transportadora Itapemirim, ITA – Itapemirim Transportes, Imobiliária Bianca, Cola Comercial e Distribuidora e Flecha Turismo Comércio e Indústria.

Crise rodoviária

Contrária a própria decisão, a empresa do Espírito Santo decidiu procurar a justiça ao ver suas dívidas multiplicarem com a atual conjuntura economia vivida pelo país. Fundada pelo empresário Camilo Cola, em 1953, a Itapemirim é considerada a maior e mais antiga empresa de transporte rodoviário do Brasil. Diante dos reflexos negativos da crise, a companhia transferiu mais da metade de suas linhas rodoviárias à viação Kaissara, além de vender pelo menos 40% de sua frota, no ano passado. Atualmente, a empresa só tem 43% da operação de mercado em que operava antes da venda.